{"id":98,"date":"2026-04-10T14:52:42","date_gmt":"2026-04-10T14:52:42","guid":{"rendered":"https:\/\/upap.pt\/?page_id=98"},"modified":"2026-04-10T14:52:42","modified_gmt":"2026-04-10T14:52:42","slug":"historial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/upap.pt\/index.php\/historial\/","title":{"rendered":"Historial"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>A Trajet\u00f3ria da UPAP: Da Funda\u00e7\u00e3o \u00e0 Utilidade P\u00fablica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria da <strong>Uni\u00e3o Portuguesa de Arte em Porcelana (UPAP)<\/strong> teve o seu in\u00edcio formal no final de 1986. O processo de cria\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a 12 de novembro com o pedido de certifica\u00e7\u00e3o de admissibilidade ou denomina\u00e7\u00e3o de firma, que culminou na emiss\u00e3o do certificado oficial a 24 de novembro pelo Registo Nacional de Pessoas Coletivas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pouco tempo depois, a 12 de janeiro de 1987, a associa\u00e7\u00e3o foi oficialmente constitu\u00edda por escritura p\u00fablica no 23.\u00ba Cart\u00f3rio Notarial de Lisboa. As suas fundadoras \u2014 Maria de Lourdes Ramos Sequeira Abra\u00e7os, Maria Margarida de Oliveira Correia Modesto Loureiro e Maria Em\u00edlia Aires Gon\u00e7alves Garcia \u2014 estabeleceram a primeira sede na Rua Guilherme de Faria, em Lisboa. Esta funda\u00e7\u00e3o foi tornada p\u00fablica atrav\u00e9s do Di\u00e1rio da Rep\u00fablica em abril do mesmo ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos anos seguintes, a UPAP consolidou a sua estrutura interna e procurou um espa\u00e7o que melhor servisse os seus prop\u00f3sitos. Ap\u00f3s uma altera\u00e7\u00e3o estatut\u00e1ria em 1988, a associa\u00e7\u00e3o deu um passo decisivo em 1992 ao adquirir o trespasse de uma loja na <strong>Rua Cidade da Beira, 48-D, nos Olivais<\/strong>. Este processo contou com o apoio da empresa Incotrans Transit\u00e1rios, que al\u00e9m de facilitar o trespasse, concedeu um patroc\u00ednio de 400.000$00 \u00e0 associa\u00e7\u00e3o. A mudan\u00e7a oficial da sede para este novo endere\u00e7o foi formalizada e publicada em maio de 1995, ap\u00f3s novas atualiza\u00e7\u00f5es nos estatutos da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O final da d\u00e9cada de 90 marcou a transi\u00e7\u00e3o da UPAP de inquilina a propriet\u00e1ria. At\u00e9 ent\u00e3o, a associa\u00e7\u00e3o pagava uma renda mensal de 35.423$00, mas a 1 de outubro de 1997, procedeu \u00e0 compra efetiva do im\u00f3vel ao Instituto de Gest\u00e3o Financeira da Seguran\u00e7a Social. Para viabilizar a aquisi\u00e7\u00e3o, no valor de 4.666.500$00, a UPAP contraiu um empr\u00e9stimo banc\u00e1rio junto do BESCL com um prazo de dez anos.<\/p>\n\n\n\n<p>O reconhecimento do m\u00e9rito e da import\u00e2ncia da associa\u00e7\u00e3o chegou no virar do mil\u00e9nio. A 16 de junho de 2000, atrav\u00e9s de um despacho do ent\u00e3o Primeiro-Ministro, Eng.\u00ba Ant\u00f3nio Guterres, a UPAP foi declarada <strong>Pessoa Coletiva de Utilidade P\u00fablica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima etapa relevante deste historial documental ocorre em 2008. Com o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es financeiras, a associa\u00e7\u00e3o obteve o cancelamento total da hipoteca que incidia sobre a sua sede em maio de 2008. O ciclo encerrou-se simbolicamente em dezembro desse ano, com o pedido de encerramento da conta banc\u00e1ria que tinha sido criada especificamente para gerir o empr\u00e9stimo da compra do im\u00f3vel, assinalando a plena autonomia patrimonial da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Trajet\u00f3ria da UPAP: Da Funda\u00e7\u00e3o \u00e0 Utilidade P\u00fablica A hist\u00f3ria da Uni\u00e3o Portuguesa de Arte em Porcelana (UPAP) teve o seu in\u00edcio formal no final de 1986. 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